terça-feira, 28 de junho de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cerca Eletrônica

Podemos definir uma cerca como sendo uma estrutura projetada para restringir ou prevenir um acesso ao interior de sua área. Como exemplo, vamos imaginar uma casa, ao redor desta casa encontra-se uma área aberta envolto por uma cerca, essa cerca tem como função delimitar seu terreno, funcionando como um controle de acesso, restringindo quem poderá entrar ou sair deste local.

A Cerca Eletrônica é uma cerca virtual, porém com os mesmos princípios de uma cerca real. Sendo assim sua função também é delimitar uma área, avisando quando o veículo entra ou sai. Utilizamos em nossos equipamentos, atualmente, um modelo de Cerca Eletrônica de ponto.


Seu nome se refere ao modelo de construção da cerca eletrônica, no qual o cliente escolhe um ponto central e um raio de cobertura, formando um círculo ao redor deste ponto. Delimitado esse círculo, o veículo que atravessar essa linha imaginária, seja entrando ou saindo, o responsável pela configuração desta cerca receberá um e-mail informando que o veículo passou por esse limite.

Este tipo de cerca eletrônica pode ser utilizado de diversas maneiras, como por exemplo, um vendedor que utiliza o veículo da empresa para trabalhar, pode-se controlar sua área de atuação ou até mesmo em entregas de mercadorias, onde se cria uma cerca eletrônica no local de entrega e assim que o veículo chegar ou sair do local de entrega, irá passar pela cerca, enviando um e-mail informativo a empresa que poderá fazer um melhor controle de sua frota.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Dicas de segurança no caixa eletrônico

Sacar dinheiro no meio da madrugada ou mesmo durante as férias, onde você menos imaginar. Graças aos caixas eletrônicos, você pode fazer isso e muito mais.

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Mas tudo tem o seu preço, no caso a segurança. Mesmo com o investimento pesado dos bancos para que o saque de dinheiro seja seguro é preciso ficar alerta aos infratores.

A FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos sugere dez dicas simples:

Nunca peça e nunca aceite, em circunstância alguma, a ajuda de estranhos
Caso o consumidor necessite de ajuda, deve procurar um funcionário do banco, devidamente identificado com uniforme e/ou crachá. Isso se aplica especialmente aos caixas de auto-atendimento. Um dos golpes aplicados pelos infratores é se oferecerem para ajudar os consumidores, em especial aqueles que demonstram dificuldade em operar o caixa eletrônico. Há também caso de infratores que pedem ajuda ao consumidor e, enquanto esse o ajuda, o golpe é dado por meio da troca de cartões, por exemplo. Por isso, não perca o seu cartão de vista dando-o a desconhecidos, por mais insuspeitos que eles possam parecer.

Evite sacar valores elevados em agências, inclusive nos caixas eletrônicos.
Isso ajuda a prevenir a chamada "saidinha de banco", que consiste no consumidor ser roubado após sair de uma agência bancária. Caso o consumidor necessite efetuar um pagamento elevado, deve fazer essa transação por meio eletrônico ou telefônico, utilizando-se de um DOC ou TED. O ideal é o consumidor fazer saques em pequenas quantidades e, de preferência, em lugares movimentados e em que ficará por mais algum tempo, como shopping centers, supermercados e lojas de conveniência. Isso evita que seja seguido e abordado por ladrões.

Seja discreto e não conte dinheiro em público
Ninguém precisa saber quanto dinheiro o consumidor sacou. Por isso, discrição ao fazer o saque e ao guardar o dinheiro são fundamentais para não despertar a atenção dos infratores. Assim como o consumidor não abre a carteira em público para contar quanto dinheiro há nela, não deve mostrar e contar o dinheiro que sacou. Se realmente for necessário contar o dinheiro, faço-o em local reservado da agência.

Procure ir ao banco sempre acompanhado. Isso vale especialmente para idosos.
Ao ir acompanhado à agência, o consumidor evita ser abordado por terceiros, principalmente quando efetua saques.

Fique atento à distância entre você e outros consumidores.
A distância estabelecida por sinalização entre um consumidor no caixa tradicional ou de auto-atendimento e o próximo na fila é de em média 1 a 1,2 metro. É considerada suficiente para segurança à transação eletrônica. Mas caso o consumidor seguinte se aproxime demais, aquele que está no caixa deve se prevenir ao digitar sua senha e, se possível, cobrir o teclado com sua mão. Uma das táticas de fraudadores é observar de longe o consumidor no momento em que a senha é digitada. Depois, de alguma forma, tenta ter acesso ao cartão por meio de roubo, de oferta de "ajuda" a pessoas com dificuldade em utilizar o caixa eletrônico etc.

Procure fazer saques em caixas eletrônicos nos horários de maior movimento.
O consumidor deve priorizar o uso das salas de auto-atendimento bancário nas agências e dos caixas eletrônicos externos em horários de maior movimento. No caso do auto-atendimento, por exemplo, são os horários de expediente bancário.

Evite sacar em caixas eletrônicos muito isolados, mesmo que em locais movimentados.
Caixas eletrônicos podem estar em áreas de grande movimento, como postos de gasolina e restaurantes em estradas. No entanto, a localização específica dos caixas eletrônicos pode ser muito isolada evitando que infrações como furtos sejam percebidas por quem transita pelo local.

Se o caixa eletrônico reter seu cartão, avise o banco imediatamente
Os caixas eletrônicos em geral não "engolem" o cartão do consumidor, mesmo que haja erro repetido de digitação de senha. Na maioria das vezes, isso acontece por instalação de dispositivo clandestino que retém o cartão. Caso o cartão seja retido, ligue imediatamente para o serviço de atendimento telefônico e relate a ocorrência. Você será orientado sobre as providências que deverão ser adotadas. O consumidor não deve aceitar celulares oferecidos por estranhos para ligar para a central de atendimento dos bancos. Fraudadores tendem a oferecer o telefone e não ligam para o banco, mas sim para seu cúmplice, que pedirá os dados do consumidor, agindo como se fosse atendente do banco.

* Cartões: o que fazer em caso de roubo, furto ou extravio?
* Golpe do cartão clonado

Se o caixa eletrônico parecer violado, não o utilize
Muitas violações dos caixas eletrônicos parecem perfeitas, mas não são. Em geral, deixam marcas, como placas desalinhadas e telas mais salientes do que o normal. Se desconfiar da aparência ou achar estranha a estrutura externa do caixa eletrônico, não deve utilizá-lo e deve procurar um funcionário da agência ou ligar para o banco.

Dicas extraidas do site: Vila Sucesso http://www.vilasucesso.com.br

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Dicas de segurança - parte 1

Dicas - Segurança pessoal

É uma pena hoje precisarmos nos preocupar tanto com nossa segurança a ponto de precisarmos criar uma cartilha. Mas a criminalidade existe e está em toda a parte, e a prevenção neste caso, é a nossa melhor arma.

Listamos nesta primeira parte algumas dicas de segurança pessoal, em breve postaremos mais dicas, fiquem ligados.

Principais ameaças

* Seqüestro relâmpago
Com duração de 1 a 24 horas, geralmente para realizar saques e transações bancárias

* Seqüestro com pedido de resgate.
Selecionado por status, nível hierárquico, tipo de carro, etc.

* Seqüestro com veículo
Para levar o carro. Qualquer veículo está sujeito, geralmente é feito por encomenda de ano, cor e modelo, para se utilizar as peças.

* Assalto à mão armada
Com conseqüências relacionadas a reação da vítima.

* Assassinato
Bogotá (Colômbia): aproximadamente 98 mortos/dia.
São Paulo (Brasil): aproximadamente 12 mortos/dia.


Prevenção

* Nada é 100% garantido quando o assunto é Segurança.

90% prevenção
05% reação
05% sorte

A prevenção representa 90% em segurança. Sendo assim as ações devem se concentrar nessa etapa.


Preparação para um assalto

Em geral todo assalto conta com uma determinada preparação que consiste em:

* 1º Pré-eleição do alvo: Essa fase pode levar meses, dias ou apenas alguns segundos. É a fase em que o bandido irá escolher quem abordar.

* 2º Identificação do alvo: O alvo foi escolhido. Geralmente o mais fraco, mais distraído ou com base no que o bandido procura (bolsa, modelo de carro, etc).

* 3º Vigilância: Período que o bandido avalia toda a situação antes do ataque (abordagem).

* 4º Planejamento: O bandido já tem tudo o que precisa, agora ele planeja como será o ataque (dia, hora, local, forma de abordagem, arma, etc).

* 5º Ataque: O bandido faz a abordagem. Nessa fase já não há como fazer prevenção. Menos de 5% de êxito nas ações de interrupção.


O bandido

* Não quer ser exposto;
* Sempre faz uma seleção das vítimas;
* Sempre irá escolher o mais fácil, ou seja, o mais despreparado;
* Durante um assalto o bandido está nervoso e com medo;
* Reagir é uma atitude de altíssimo risco.

O bandido não tem descrição exata. O modelo de bandido trajando chinelo e bermuda está ultrapassado, hoje muitas pessoas relatam ter sido abordadas em semáforos por homens elegantes de terno e gravata, ao abrir o vidro foram assaltadas.


A participação de mulheres também cresceu muito.

Observe sempre:
* O comportamento;
* As mãos (geralmente escondidas nos bolsos);
* Os olhos (dizem que os olhos são o reflexo da alma, isso de fato funciona, observe os olhos e saberá se há ou não intenção ruim).


Ações de prevenção

* Errado:
Achar que não vai ocorrer com você.

Permitir que ocorra.
(deixe parte do dinheiro separado para entregar ao bandido se ocorrer a abordagem).

* Certo:
Agir preventivamente, evitando que ocorra a abordagem.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Crédito para financiamento de veículos atinge R$ 155,2 bilhões

Taxa média de juros em outubro fica estável em 1,45% ao mês.
Inadimplência fecha em 4,8% em outubro, aponta balanço da Anef.



A (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras) divulgou, nesta quinta-feira (3) o balanço de fluxo de crédito para a aquisição de veículos por meio dos bancos das montadoras e apontou para crescimento de 10,1% no saldo acumulado das carteiras de CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e Leasing para financiamento de automóveis pelas pessoas físicas. O volume atingiu R$ 155,2 bilhões em outubro contra R$ 140,9 bilhões no mesmo período do ano passado.

Somente a carteira de CDC cresceu de R$ 85,2 bilhões em outubro de 2008 para R$ 90,3 bilhões em outubro de 2009. Já a carteira de Leasing aumentou 16,4%, de R$ 55,7 bilhões para R$ 64,9 bilhões, no mesmo período.

A inadimplência acima de 90 dias para financiamentos em CDC ficou controlada. O índice ficou em 4,8% em outubro, o que representa queda, de 0,1 ponto percentual sobre o mês de setembro, que estava em 4,9%.

Fonte: http://g1.globo.com/

Produção de veículos tem queda de 6% na soma de janeiro a novembro

Redução é resultado da queda das exportações e baixo volume produzido.
Em comparação com novembro de 2008, a produção está 48% maior.


A queda das exportações e o baixo volume produzido nos primeiros meses do ano devido ao receio à crise financeira mundial fez com que o balanço de produção no acumulado de janeiro a novembro fechasse em queda de 6%, com 2.930.900 veículos fabricados (automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus). No mesmo período do ano passado, o volume produzido foi de 3.118.928 unidades. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (4) pela Anfavea ( Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).

Como em novembro de 2008 a indústria enfrentava a retração das vendas de veículos no país, na comparação entre os meses de novembro, a produção neste ano está em patamar 48% maior, com 292.088 unidades. Em relação a outubro de 2009, o mês de novembro registrou retração de 8%, já que no mês anterior saíram das linhas de montagem 317.439 unidades.

O que justifica tal comportamento da produção em um período em recorde de vendas de veículos no país é que as linhas de montagem aceleraram em outubro para aumentar os estoques e acompanhar a recuperação do segmento de caminhões e das exportações, observada no período.

O segmento de automóveis e comerciais leves somou em novembro a produção de 275.218 unidades, resultado 8,6% menor em relação a outubro, quando foram fabricadas 300.953 unidades. Caminhões registraram alta de 7,2%, na comparação com o mês anterior. Ao todo, foram para os pátios das fábricas 13.917 unidades. No segmento de ônibus, o caminho foi inverso: houve queda de 15,7%, com 2.953 unidades produzidas. 

Exportações

Ainda considerado ponto fraco do setor automobilístico, as exportações mantiveram a tendência de alta observada em outubro, com aumento de 3,5% em novembro em relação a outubro, de 48.546 unidades para 50.230 unidades. O resultado ainda é puxado pela venda externa de automóveis e comerciais leves, que registram alta de 3,3%, de 46.237 unidades exportadas em outubro para 47.771 unidades em novembro. Ainda mais forte, o segmento de caminhões cresceu 29,5% nas exportações, de 1.113 unidades vendidas no exterior em outubro para 1.441 unidades em novembro. No acumulado as vendas para fora do país somam 422.998 veículos, volume 38,8% menor ao observado entre janeiro e novembro de 2008.

Em valores, o volume exportado representa a comercialização de US$ 857.147 milhões ao considerar também a exportação de máquinas agrícolas. Como em outubro foram vendidos ao mercado externo US$ 861.944 milhões, o volume de nivembro representa leve queda de 0,6%. Na soma de janeiro a novembro o montante chega a US$ 7,31 bilhões, queda de 44,1% sobre igual período de 2008. De janeiro a novembro de 2008, haviam sido exportados US$ 13,07 bilhões. A queda só não foi pior porque as montadoras reajustaram preços para compensar a redução do volume (em unidades) exportado.

Licenciamentos

A manutenção da disponibilidade de crédito e o desconto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre o preço dos veículos continuam a surtir efeito positivo no mercado brasileiro de veículos. O país registrou o melhor novembro em vendas, com 251.698 unidades emplacadas. Na comparação com novembro de 2008 – período da crise —, a expansão é de 41,5%. Em relação a outubro houve queda de 14,5%, no entanto, as montadoras afirmam que setembro e outubro foram meses com forte volume de vendas, o que seria muito difícil de ser acompanhado nos meses seguintes.

No acumulado de janeiro a novembro o volume comercializado também é recorde, de 2.848.214 emplacamentos de veículos. O desempenho é 8,5% maior em relação ao mesmo período de 2008, ou seja, já superou todo o volume produzido no ano passado de janeiro a dezembro.

 
Nível de emprego

Apesar de defasado em relação às contratações anunciadas nas últimas semanas, a Anfavea contabilizou em novembro 123.913 pessoas empregadas pela indústria automobilística diretamente, o que representa aumento de 1,7% no número de postos de trabalho no país, em relação a outubro.

No entanto, o número de postos de trabalho é 5,5% menor ao volume registrado em novembro de 2008, quando as montadoras empregavam 131.201 funcionários.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Carros/0,,MUL1402674-9658,00.html